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Effects of 12 weeks of paracanoe training on length, frequency and stroke rate in beginner athletes.
12 semanas de treino podem melhorar a remada de atletas iniciantes na paracanoagem
Mais um estudo do time do ParacaNue foi direto ao ponto: quanto um período curto e bem estruturado de treinamento consegue mudar na técnica de remada de quem está começando na paracanoagem?
Esse foi o objetivo do artigo fruto da dissertação de mestrado do ParacaNuense Pedro Andre Lins, que avaliou cinco atletas de paracanoagem, entre 28 e 43 anos, de ambos os sexos, moradores do sertão de Pernambuco, que passaram por 12 semanas de treinamento. Os testes foram feitos em um lago artificial em Petrolina – PE, sempre com o mesmo caiaque (K1) e remos de referência (Epic® e Jantex®). Uma câmera de ação (GoPro 7 Hero Black®) foi presa na proa da embarcação para registrar cada remada, e os dados foram depois analisados com programas de telemetria e vídeo (Telemetry Overlay® e Kinovea®) — a mesma abordagem de baixo custo já validada em estudos anteriores do grupo.
Comparando o desempenho antes e depois das 12 semanas, quatro variáveis mostraram melhora com efeito de magnitude moderada:
- Tempo de prova
- Comprimento da remada
- Frequência da remada
- Índice de remada
O destaque ficou para o índice de remada e o tempo de prova nos 200 metros, que foram as variáveis mais beneficiadas pelo treinamento.
Isso é uma informação valiosa para treinadores e clubes que estão estruturando as primeiras fases de formação de novos atletas, especialmente fora dos grandes centros esportivos: dá um horizonte realista de tempo e mostra que é possível acompanhar essa evolução usando equipamentos simples e acessíveis, como uma câmera de ação, sem depender de laboratórios caros.
Onde ler o artigo completo
📄 LINS, P. A. S.; ANDRADE, J. R. F.; CARVALHO, I. P.; SILVA, R. C.; BRITO, V. W. S.; GOIS, J. C. C.; COSTA, L. G. T. Efeitos de 12 semanas de treinamento de paracanoagem no comprimento, frequência e índice de remada em atletas iniciantes. Motricidade, v. 20, n. 3, p. 206–214, 2024.
🔗 Disponível em: doi.org/10.6063/motricidade.32752