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Exposição Terra-Mar mostra na Univasf a biodiversidade dos manguezais às profundezas do oceano
Mostra permanece em cartaz até 28 de agosto com entrada gratuita.
O prédio da Reitoria da Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf) recebe até sexta-feira (28) a exposição “Terra-Mar: Um continuum dos manguezais às profundezas dos oceanos”, que estará aberta das 9h às 16h. A mostra une ciência, arte e interatividade para aproximar a população da biodiversidade e dos ecossistemas marinhos e conhecer as riquezas presentes nos manguezais até as profundezas do oceano, descobrindo espécies, ambientes e expedições oceanográficas. A exposição é gratuita e aberta ao público em geral.
Mostra apresenta animais presentes nas profundezas do oceano. |
As escolas interessadas em marcar uma visita guiada para seus estudantes devem entrar em contato com a equipe da mostra Terra-Mar pelo telefone: (81) 98107-5544. A exposição conta com peixes em figuras 3D, que mostram de maneira científica e lúdica a biologia desses animais, pôsteres explicando questões relacionadas ao tema e ainda uma projeção, na qual é possível ver diferentes animais do oceano profundo. “Precisamos lembrar o protagonismo climático dos manguezais”, disse Flávia Lucena-Frédou, coordenadora geral da mostra Terra-Mar, sobre a missão do projeto.
A abertura da exposição foi realizada na manhã da segunda-feira (24), com a presença do reitor Telio Nobre Leite, da equipe gestora, e de professores, técnicos e estudantes da Universidade. A realização da mostra “Terra-Mar: Um continuum dos manguezais às profundezas dos oceanos” na Univasf conta com apoio da Pró-Reitoria de Extensão (Proex), por meio da Diretoria de Arte, Cultura e Ações Comunitárias (DACC).
Exposição já passou pela França, pela Cop30 e por várias cidades de Pernambuco. |
A exposição é uma realização do Grupo de Pesquisa e Extensão Tropical Atlantic Interdisciplinary Laboratory on Physical, Biogeochemical, Ecological and Human Dynamics (Tapioca), que reúne pesquisadores da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) e da Institut de Recherche pour le Développement (IRD), um instituto público de pesquisa da França, voltado para o desenvolvimento sustentável em países do Sul global. A iniciativa conta com financiamento da Fundação de Amparo à Ciência e Tecnologia do Estado de Pernambuco (Facepe).
A mostra surgiu com o intuito de traduzir as pesquisas do Tapioca para uma linguagem acessível ao público em geral, ampliando a divulgação dos seus estudos para a sociedade. A exposição foi exibida em 2025 no Aquário Planet Ocean, em Montpellier, na França, como parte das celebrações do Ano do Brasil na França, onde recebeu mais de 185 mil visitantes. Também passou pela COP30, realizada em Belém (PA), e foi apresentada na Torre Malakoff, no bairro do Recife Antigo, na capital pernambucana. Recentemente, a exposição passou por diferentes cidades do estado, entre elas Caruaru e Serra Talhada, antes de chegar a Petrolina.
