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Univasf realiza consulta pública para definir prioridades do Plano de Dados Abertos 2027–2028

publicado: 05/10/2026 16h13 última modificação: 05/10/2026 16h13

A Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf) iniciou hoje (5) uma consulta pública para definir as prioridades de abertura de dados que irão compor o Plano de Dados Abertos (PDA) 2027–2028. A iniciativa é aberta à comunidade acadêmica e à sociedade em geral e busca identificar quais conjuntos de dados da Universidade são considerados mais relevantes para disponibilização pública. A consulta segue aberta até o dia 21.

A participação é feita pelo Sistema de Consulta Pública da Univasf. Por meio da consulta, os participantes poderão indicar, entre os conjuntos apresentados, aqueles que consideram de maior interesse. As contribuições recebidas subsidiarão a definição dos conjuntos de dados prioritários e a elaboração do cronograma de abertura que integrará o novo Plano de Dados Abertos.

As informações disponibilizadas como dados abertos podem ser utilizadas para diferentes finalidades, como o acompanhamento das ações institucionais, o controle social, a realização de pesquisas e o desenvolvimento de soluções e serviços. A participação da sociedade contribui para que a definição das prioridades considere não apenas a perspectiva institucional, mas também as necessidades e os interesses dos usuários das informações públicas.

A disponibilização dos dados observará a legislação vigente, incluindo as restrições relacionadas à proteção de dados pessoais e às informações protegidas por sigilo. A Univasf já disponibiliza conjuntos de dados abertos para acesso, uso e reuso pela sociedade. A elaboração do PDA 2027–2028 representa mais uma etapa no processo de ampliação e organização da oferta dessas informações públicas.

O secretário de Governança Estratégica, Sustentabilidade e Participação da Univasf, Marcelino Saturnino da Silva Filho, destaca a importância da participação da comunidade na definição dos dados que serão disponibilizados. “Participar é fundamental para garantir que o Plano de Dados Abertos responda às necessidades reais de quem utiliza e acompanha a Universidade. Vamos apresentar opções de conjuntos de dados que podem ser abertos, e a comunidade acadêmica e a sociedade poderão indicar quais consideram mais importantes e úteis. Assim, conseguimos priorizar dados que realmente façam sentido e tenham utilidade para o público a que se destina a informação”, pontuou.